BLOG

Lendas urbanas de arrepiar! Conheça 10 lugares mal-assombrados em Curitiba

Conheça Curitiba

Curitiba possui uma enorme lista de lendas urbanas que arrepiam qualquer um. Confira abaixo 10 histórias macabras de Curitiba… se tiver coragem.

Loira fantasma no Cemitério do Abranches

Todo bom curitibano conhece a lenda da Loira Fantasma. Mas só para te lembrar, tudo começou quando, na década de 1960, uma loira muito bonita pedia um táxi até o Cemitério do Abranches. Quando chegava no local, ela pedia que o taxista esperasse um pouco, saía do veículo e entrava no cemitério e nunca mais voltava. Dizem que ela assusta os taxistas porque teve uma morte trágica durante viagem de táxi.

Presídio do Ahú

Dizem que nos anos 70, um tarado se vestia de palhaço e perseguia mulheres com uma serra elétrica em vilas rurais da Região Metropolitana de Curitiba. Ele foi preso e enviado para o presídio do Ahú, onde sofreu na mão de outros e morreu. A lenda diz que ele virou um fantasma, que aparecia, até o fechamento do local, em 2006, vestido de palhaço com uma serra elétrica para assustar os homens que cometeram crimes contra as mulheres. Parte do antigo presídio foi demolido para dar lugar ao Fórum Criminal e do Fórum dos Juizados Especiais do Centro Judiciário de Curitiba.

Na década seguinte, foi vez de outro homem fantasma a assombrar o local. Seria um rapaz que, depois de descobrir ter contraído o vírus HIV de uma loira, passou a andar de moto espirrando ácido no rosto das loiras que encontrava pelas ruas. Condenado, foi levado ao presídio, onde morreu. Há, porém, quem diga que ele ainda sai nas noites de Lua cheia do presídio com sua moto para seguir com sua vingança.

A Bailarina da Casa Hoffmann

Vinda da Áustria, a família Hoffmann radicou-se em Curitiba no final do século 19. Prósperos no segmento da tecelagem, os imigrantes escolheram o bairro São Francisco para construir sua mansão que, durante anos, foi símbolo da bonança da família. A partir da década de 70, no entanto, o imóvel foi alugado, enfrentando – na sequência – uma série de mudanças ao longo dos anos. Hoje, a Casa Hoffmann é sede do Centro de Estudos do Movimento da Fundação Cultural de Curitiba, funcionando como centro de referência para artistas e outros profissionais com atuação nas áreas de dança, teatro, artes plásticas e educação.

É justamente nesse contexto que surgiu a “Bailarina da Casa Hoffmann”. Datada de meados de 2000, a lenda conta a história da jovem bailarina, “Patrícia” que, após receber o diagnóstico de um câncer maligno, preferiu buscar a cura na dança ao invés de recorrer aos tratamentos médicos. Dançando, literalmente, até seus últimos segundos de vida, a jovem desmaiou durante um ensaio e faleceu em um dos salões da Casa Hoffmann, onde costumava praticar a arte. Reza a lenda que o fantasma da bailarina costuma vagar, até hoje, no entorno da casa, sempre em noites de lua cheia e que a preferência da “moça” é se aproximar dos estudantes de dança que precisam de auxílio.

Fantasmas da Reitoria

A lenda conta a história de um aluno que, na década de 80, teria se envolvido amorosamente com uma de suas professoras da reitoria da UFPR. Temendo uma possível vingança do marido ciumento, a docente decidiu terminar a relação com o jovem que, inconformado, se jogou do décimo primeiro andar do prédio. Logo, boatos de que o espírito do rapaz rondasse o edifício começaram a se espalhar e, em 2005, a morte misteriosa de outro aluno provocou calafrios entre os conhecedores da lenda.

Sem apresentar nenhum comportamento atípico, o estudante de História se jogou, também da janela do décimo primeiro andar. Conhecidos dele teriam afirmado que, enquanto vivo, o rapaz relatou ter “conversado” com um garoto que havia se jogado do mesmo ponto há muitos anos. Caso semelhante aconteceu em 2012, quando uma moça também acabou caindo do prédio. Ela também teria afirmado escutar vozes no local.

Assombrada também seria a biblioteca da reitoria onde, segundo a lenda, o espírito de uma bela estudante ruiva ajudou alguns alunos a encontrarem livros entre os corredores. A jovem teria morrido na década de 70, depois de cair no fosso do elevador do prédio.

A grávida da Praça da Ucrânia

A história conta que toda sexta-feira uma mulher grávida passeava com o seu marido na feira de comidas da Praça da Ucrânia. Numa noite, ela pediu um sanduíche de mortadela em uma barraca. Enquanto esperava o lanche, um motoqueiro apareceu e atirou em todos os presentes. Uma das balas atingiu a mulher, que morreu na hora. Dizem que a partir daquele dia, a Praça da Ucrânia recebe toda sexta-feira a visita de uma grávida muito misteriosa que sempre pede para alguém comprar um sanduíche de mortadela para ela.

A águia do Edifício Acácia

No vão do Edifício Acácia, localizado na Praça Zacarias, há uma estátua de uma águia com duas cabeças, representando um símbolo maçônico. Fato é que entre 1899 e 1961 o local pertenceu a uma fraternidade maçônica e que, em 1919, inaugurou um templo no local, onde foi colocada a estátua. Reza a lenda que, durante a noite, a escultura ganha vida e conversa, principalmente com crianças.

O fantasma da rádio no Pilarzinho

No bairro Pilarzinho, onde se concentram diversas emissoras de rádio e televisão, também há relatos de fenômenos sobrenaturais. Reza a lenda que, há muito tempo, o dono de uma das casas onde hoje funciona uma emissora de rádio, suicidou-se. Admirador de música clássica, o “espírito” do homem passou a vagar pelo local interferindo na programação musical da rádio cujo forte eram hits de pop e rock. O locutor da época relatava presenciar mudanças repentinas na frequência sonora e alterações nas músicas que estavam sendo transmitidas. Na década de 80, o espírito chegou inclusive a participar por telefone do disque-jóquei da programação, mandando um recado para sua esposa.

Hoje, alguns funcionários que passaram pela emissora afirmam terem ouvido vozes durante os plantões noturnos, principalmente aos domingos, além de verem portas abrindo e fechando sozinhas.

A noiva do Edifício Asa

No local onde funciona um tradicional centro comercial, conta a lenda que o espírito de uma noiva passeia pelos corredores. A jovem seria membro de uma das primeiras famílias a morar no edifício, que se jogou do alto do prédio após ser abandonada no altar pelo futuro marido. Funcionários e frequentadores do edifício relatam que aparições de uma jovem loira de vestido de noiva aconteceram em diversas ocasiões. O curioso é que ao invés de branco, como se imagina, o vestido da noiva fantasma seria vermelho, conforme relataram algumas testemunhas. O motivo? O sangue que maculou eternamente o tecido após o suicídio da jovem.

Espíritos do Edifício Maison Blanch

Localizado a poucos metros da Boca Maldita, no Centro de Curitiba, o Edifício Maison Blanch foi construído em meados da década de 40 no local onde antes funcionava o Cine Curitiba. Reza a lenda que, devido à descoberta de uma traição, um homem assassinou sua esposa a facadas em pleno cinema após flagrá-la com o amante. Depois disso, segundo o conto, o espírito da esposa assassinada passou a perturbar os frequentadores do local e continuou por lá, mesmo depois que o cinema foi demolido dando lugar ao novo prédio.
Uma das moradoras do prédio que se autodenominava “bruxa”, tinha o hábito de lavar o corredor onde ficava seu apartamento com água e sal grosso para que os fantasmas se afastassem.

Em 2008, um terrível infanticídio também teria ligação com os estranhos fenômenos paranormais do Maison Blanch. Na ocasião, uma auxiliar de enfermagem de 41 anos, jogou o próprio bebê, de apenas 8 meses, da janela do sexto andar do prédio. Vizinhos teriam relatado que a mulher sofria de transtornos psiquiátricos, e dizia ver espíritos no prédio.

Bruxa Ana Formiga

Perseguida em sua terra natal, a Escócia, a feiticeira Ane O’Neil desembarcou no Brasil em meados do século 19. Em Curitiba, montou sua tenta na Rua Benjamin Lins para realizar curandeirismo e ler a sorte de pessoas. Ela, porém, era hipoglicêmica e, por isso, comia muitos doces, recebendo o apelido de Ana Formiga. Um dia, porém, foi presa por um cabo ao roubar guloseimas numa confeitaria. O homem era recém-casado e acabou amaldiçoado pela bruxa, que bradou: Quando eu sair deste lugar, farei um feitiço forte e você perderá a sua amada. Dito e feito: um dia após a libertação de Ana, a esposa do cabo acordou com uma rã seca que tinha presa às pernas uma rosa branca e uma cruz na boca. A mulher também teve pesadelos com formigas invadindo sua casa. Uma semana depois, ela morreu de uma doença que os médicos não souberam diagnosticar. Hoje, onde era a antiga casa da bruxa fica um hotel de luxo. Há quem diga ter visto vultos estranhos e que o telefone toca misteriosamente em quartos desocupados do local.

 

Data: 23/11/2018
Fonte: Tribuna da Massa e Gazeta do Povo

Veja Também